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URRO
11 de dez. de 20250 min de leitura


Editatorial
Horrores Um manifesto para se esquecer. Esse compilado resume o que há de mais tosco de no país. Se você tiver estômago, tente ir até o final. Advertimos: risco de demência e insanidade no que se segue abaixo. "Conosco não haverá essa politicagem de direitos humanos. Essa bandidada vai morrer porque não enviaremos recursos da União para eles". “Vamos unir o Brasil pela vontade de nos afastarmos de vez do socialismo, do comunismo, nos vermos livres desse fantasma do que ac
URRO
10 de dez. de 20252 min de leitura


Traços Talantes
O arquiteto das vozes perdidas Por Cunhambebão Neto No meu incansável esforço em escarafunchar as ruínas da memória campineira, deparei-me com um vulto tão insólito quanto fascinante. Entre os anos de 1890 e 1935, quando Campinas oscilava entre a opulência das últimas fortunas cafeeiras e o desamparo dos surtos epidêmicos, viveu por aqui o arquiteto, poeta e boêmio Álvaro Ferrante do Amaral. Seus traços, como os de quase todos os que não pactuaram com a cafonice da elite, for
URRO
10 de dez. de 20253 min de leitura


Veias Abertas
A luz que insiste em atravessar a noite Por Bruno Zambeli Há nomes que, quando pronunciados, alumeiam todo o espaço por onde ecoam. Vladimir Herzog é um desses. Seu legado, feito de palavra, de imagem e de coragem, atravessa décadas como um clarão persistente, recusando-se a ser apagado. O Acervo Vladimir Herzog nasce dessa recusa: um gesto de memória, resistência, ponte entre o que fomos, o que somos e o que ainda precisamos defender, por mais absurdo que nos pareça. Mais do
URRO
9 de dez. de 20252 min de leitura
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